segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
drogas, ato, fala, escrita, jovens
O ato antecede a fala que antecede a escrita. Desafio hoje para os profissionais da educação onde seu aluno, mal fala, mal ouve, mal lê. Escrever, então, é praticamente surreal. Como nortear, equilibrar uma juventude que não vive, que se nóia e se degrada a cada dia mais. Com toda tecnologia a disposição em lans e celulares, continuamos vendo pessoas evadindo escolas e casas onde o vício e a dependência financeira da droga impera. Nos tornamos quase incapazes nessa guerra, onde nossos alunos se tornam seres fugazes que anoitecem mas não amanhecem em nossas escolas, correndo, fugindo, morrendo precocemente, ante a essa desgraça chamada droga. Uma miséria que finge ser ecstasy, uma descarga que se mascara de prazer, que mata nossos queridos, sem dar-lhes chance de se redimir, de se encontrar. Morrem antes de saberem quem são ou o que poderiam ser.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário